No entanto, essa ideia flutuou em minha mente, e imediatamente a descartei, me consolando. Deixei para lá, não precisava ser tão implacável. Mesmo que ele fosse insensível, não era necessário cultivar inimizades. Afinal, fomos um casal e a separação não precisava resultar em hostilidade extrema. Deixaria a ponte ser uma ponte, o caminho ser um caminho. Por que insistir em uma luta até a morte?
Neste período, eu refletia bastante, especialmente agora que tinha a ajuda de Mateus, que assumiu parte