— Certo… eu entendo. — respondeu Rafael, passando as mãos no rosto, visivelmente desesperado. — Tem… tem algo que eu possa fazer? Alguma coisa, qualquer coisa, pra ajudar a salvar a vida dela? — sua voz falhou no final.
Gabriel olhou por alguns segundos, como se analisasse a sinceridade daquele homem, tentando medir se era um desespero passageiro ou algo mais profundo.
— Na verdade… sim. — respondeu de forma direta. — O que mais precisamos agora é de sangue. Ela tem um tipo sanguíneo um pouco m