Sob o luar, Vanessa olhava para Bryan como se estivesse sonhando.
O vento frio soprava, provocando uma sensação de dor aguda em seu pescoço.
— Ah! — Vanessa inspirou bruscamente, despertando de repente.
Bryan franziu a testa, primeiro a colocou no carro, levantou seu queixo para examinar o ferimento.
— Não precisa, eu...
— Não se mexa.
As palavras curtas soaram em seus ouvidos, e Vanessa, involuntariamente, desistiu de resistir.
Os longos dedos do homem seguravam seu queixo, seu rosto austero e