O vento que soprava do Mar do Norte era cortante, mas no topo daquelas falésias escarpadas, o frio parecia não nos alcançar.
O Castelo de Dunnottar erguia-se como um gigante de pedra cinzenta contra o azul profundo do oceano, cercado por um gramado verde que sobrevivia bravamente sob os últimos resquícios de neve. Enquanto caminhávamos pelas ruínas da antiga fortaleza escocesa, o peso dos últimos seis anos pareceu, por algumas horas, evaporar.
Por um momento, nós não éramos fugitivos, magnatas