Dia decisivo.
O dia finalmente chegou.
E com ele… o medo.
A delegacia estava cheia, mas ainda assim parecia vazia demais. Fria. Impessoal. Como se tudo ali fosse feito para esmagar qualquer esperança.
arda andava de um lado para o outro, os saltos ecoando no chão como uma contagem regressiva.
Pedro estava encostado na parede, os braços cruzados, o maxilar travado.
— Isso não faz sentido… — ele murmurava, mais pra si mesmo do que pra qualquer um. — A gente tá deixando passar alguma coisa.
— A gente não tem na