Mais tarde, Adrian ainda não tinha retornado. A noite avançou gradativamente, e as amigas subiram para o quarto. Isabelly, ainda com o coração acelerado pelas emoções da cozinha, tentava se acalmar enquanto se preparava para dormir. A imagem dos lábios de Adrian, o toque de suas mãos, o desejo avassalador que quase os consumira, tudo se repetia em sua mente.
Foi então que uma batida leve na porta a sobressaltou. Era Clara, com um sorriso travesso nos lábios.
— Isabelly? Meu pai mandou te chamar