Eu sabia que a conhecia, mas seu nome escapava da minha cabeça. A mulher, radiante ao me ver, se aproximou e estendeu a mão.
— Você sumiu da empresa. Nunca mais foi nos visitar. — disse, com entusiasmo.
— Hm, olá. Eu vivo em Nova York agora, com minha esposa e filha. — respondi, tentando manter a conversa breve. — Tenha uma boa...
— Eu senti sua falta por lá. — interrompeu apressada demais. — Vai entrar na floricultura? Que coincidência, eu também.
Senti um nó no estômago. Pensei seriamente em