133. Meu pior pesadelo
Branca
Acordei com a cabeça latejando, o gosto de ferro na boca e um cheiro azedo de mofo e urina invadindo as narinas.
Estava amarrada a uma cadeira de metal, pulsos e tornozelos presos com cordas grossas que cortavam a pele toda vez que eu tentava mexer. A sala era escura, iluminada só por uma lâmpada fraca pendurada no teto, balançando devagar, jogando sombras que dançavam nas paredes úmidas. O chão era de concreto rachado, manchado de algo escuro que eu não queria identificar.
Eu sabia quem