História 2/ Capítulo 57.
TOM NARRANDO
Quando a Eliza fala para eu não ir, eu sabia que não ia me controlar, e tudo acontecia numa intensidade que me dominava. Beijo-la estava sendo a melhor experiência da minha vida, ali me conectava com uma avalanche de sentimentos que me fazia respirar melhor.
Não fui homem de sentir essas coisas, sempre achei muito futilidades, porque o que eu queria mesmo era dormir com uma mulher a cada dia, sem me preocupar em dar satisfações.
Eu sou da máfia, minha alma é vendida ao