— Evelyn, há quanto tempo! — saudou o homem, com um sorriso no rosto.
Evelyn franziu levemente as sobrancelhas, mas logo seus olhos se arregalaram, e seus lábios se curvaram em um sorriso.
— Lucien!
Evelyn aproximou-se do homem, que igualmente sorria, e os dois apertaram as mãos.
— Por um instante, achei que você não fosse se lembrar de mim. Já faz um tempo.
— Verdade, já faz muito tempo. Mas você continua igual, só um pouquinho mais alto.
Os dois sorriram, até ouvirem um pigarro atrás deles. S