O som do oceano Índico era a única coisa que quebrava o silêncio no bangalô sobre as águas cristalinas das Maldivas. A luz suave do fim de tarde pintava o céu em tons de laranja e lilás, refletindo no mar calmo que se estendia até o horizonte.
Era um cenário perfeito, mas Dante praticamente não deixava Evelyn caminhar um passo sequer por conta própria. Segurava sua mão a cada centímetro, carregava as bolsas e perguntava a cada dois minutos se ela precisava se sentar ou se sentia alguma dor.
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