Capítulo 254 — Irmandade na Selva
Atlas Wilson
Acordei com o som estridente de uma sirene que parecia perfurar meu cérebro. Pulei do beliche duro, o coração disparado, a mão indo instintivamente para a faca improvisada que o Dom me deu, escondida no colchão. Corri para a grade, tentando ver o corredor.
— Ei, Wilson! — uma voz rouca chamou da cela à esquerda.
Virei o rosto, colando a bochecha nas barras frias para tentar enxergar. Havia um homem branco, cheio de tatuagens, segurando um espelho d