O prédio era…
ridiculamente chique.
Não do tipo “ah, é bonito”.
Não.
Do tipo:
“se eu encostar em alguma coisa errada, vou ter que vender um rim.”
Fiquei parada na frente por alguns segundos.
Olhando.
Reavaliando minhas escolhas de vida.
De novo.
— Ainda dá tempo de fugir — murmurei.
Pausa.
— Não dá.
Suspirei.
Apertei o interfone.
Silêncio.
Alguns segundos depois, a porta destravou.
Sem pergunta.
Sem confirmação.
Claro.
Porque o Nathan provavelmente já tinha visto nas câmeras.
Controle.
Sempre.