Se alguém me dissesse, alguns dias atrás, que eu estaria sentada à mesa de uma mansão, cercada por uma família milionária, sendo chamada de “nora querida” por uma mulher elegante que claramente comandava tudo ao seu redor, teria rido e muito.
Mas lá estava eu.
Sentada, tentando manter a postura, observando discretamente como todos se comportavam, ao mesmo tempo em que tentava não derrubar nada, não falar nada errado e, principalmente, não gaguejar.
O que, convenhamos, já estava sendo um desafio