Cap 98. A Confiança Mais Frágil do Mundo
Já passava da uma da manhã quando Sophia voltou para o quarto com Aurora nos braços. A pequena começava a dar sinais de sono, esfregando o rosto contra seu peito enquanto procurava conforto no calor da mãe. Com movimentos lentos, ela fechou a porta atrás de si e aproximou-se do berço. Abaixou-se com cuidado para acomodar a filha sobre o colchão macio, ajeitou a manta sobre seu corpinho e observou o sobe e desce tranquilo de sua respiração. Ela esticou a mão e passou a ponta dos dedos pelo rosto