Cap 100. A mulher que você condenou.
O vento pareceu ser o único som existente naquela varanda. Uma chuva fina começou a cair sobre o jardim enquanto Sophia ainda segurava a mão dele, esperando qualquer reação, mas ela não veio.
Então, de repente, ele sorriu, um sorriso pequeno, quase indulgente, como quem escuta uma criança dizer algo absurdo.
— Amor... — sua voz saiu baixa, tranquila demais. — Eu sei.
Sophia encostou o corpo na grade.
— Sa... sabe?
Ele assentiu.
— Claro que sei. Se nós nos casarmos, você vai ser a mã