Já comemorávamos mais de um ano em Berlim, as coisas estavam estabilizadas e David crescia cada vez mais rápido depois do primeiro mês, depois três, quatro, cinco, seis meses. Ele já não era tão chorão como antes, dormia a noite inteira, eu me orgulhava do meu pequeno. Às vezes ele olhava para mim carregando tanta ternura que fazia meu coração derreter, aqueles pequenos olhos verde-esmeralda me cativaram cada dia mais.
— Como assim você ainda não fizeram nada? — Vanessa pergunta incrédula.
Eu