DIMITRI NARRANDO
Quando cheguei em casa e abri a porta, vi Elena parada na porta do quarto e aquilo fez meu coração palpitar. Ela finalmente havia chegado. Eu fui correndo até ela, meio que de forma instintiva, e a tomei em um abraço apertado.
— Cuidado, senhor Dimitri! Ela ainda está machucada! — A empregada me repreendeu e eu acabei rindo e soltando Elena.
— Desculpa, linda. É que eu senti sua falta. — Falei.
Naquele momento, eu vi uma mala feita na porta do quarto. Aquilo atingiu meu coração