Naquele instante, abri a porta com tudo e sorri de forma forçada, caminhando até Ane.
—Minha Ane está melhor? - Perguntei com a voz firme, mas só eu sabia a confusão que eu estava sentindo.
—Mamãe! Papai Rangel! - Disse ela com animação, fazendo meu peito congelar.
De repente, uma enfermeira entrou no quarto e segurou a mão d Ane, sorrindo para ela.
—Pequena, que tal tirarmos essa borboletinha do braço e irmos um pouco na brinquedoteca? - Perguntou ela atenciosamente, me fazendo perceber