Christian
O carro ainda nem tinha saído do estacionamento do hospital e eu já não parava de sorrir. Uma mão no volante, a outra na coxa de Miriam, o polegar desenhando círculos distraídos. O peito parecia pequeno demais para tanta coisa.
“Maldita hora que o Ben tá na nossa casa”, eu murmurei, rindo sem conseguir esconder a frustração misturada com felicidade. “Como é que eu vou comemorar direito com ele sentado na sala?”
Miriam virou o rosto para mim, os olhos ainda vermelhos de emoção, e solto