Caminho calmamente até a porta e assim que abro um projeto de anão pula em meu pescoço...
— Seu safado, ordinário! Seus tapas eram fortes.
— Aí porra, tá doendo maluca!
— É pra doer mesmo seu mentiroso de merda! Ela continua me estapeando.
— Para porra, vai me deixa marcado! Seguro ela pelos dois braços impedindo que ela continue.
— Me solta! Ela se debate. — Eu vou matar você! Eu até imaginei que ela estaria brava mais não tanto assim.
— Para porra!!! Grito e ela para na hora, coloco ela