RICARDO
— Por que estou aqui? — Ela cruzou os braços sobre o peito, questionando.
— Você não sabe? — Minha sobrancelha se levantou.
Ana exalou, desviando o olhar. Sua postura gritava o quão tensa ela estava, mas ela agia como se fosse forte e imponente.
Eu pedi a Bernardo para trazê-la aqui para que finalmente pudéssemos ter a conversa pendente sobre Natália e o que ela fez.
— Você me chamou aqui. Você continua me encarando em vez de me dizer por que estou aqui. Como eu deveria saber o que