NATÁLIA
— É a sua mãe. — Ana me informou da cozinha.
Olhei por cima do ombro e a vi segurando o telefone a uma certa distância do ouvido enquanto me informava sobre a ligação da minha mãe.
— Ela quer que eu vá para casa? — Perguntei da sala de estar.
— Sim. — Ana assentiu com a cabeça.
Os olhos dela contavam outra história. Ela não queria que eu voltasse para aquela casa.
— Ok. Diga a ela que estou indo. — Me virei e encarei Diana, que estava sentada no sofá em frente ao meu.
— Vamos a deixar e