Se minha vontade era entrar de volta naquela sala e dizer o quanto eu o amava, que não eram só sentimentos profundos, que inventei aquilo para não dizer o que eu realmente queria? A resposta é sim. Se eu tive coragem de fazer isso? Não.
Já houve um tempo que eu deixei meu coração falar mais alto e me ferrei por oito anos, sofrendo da pior maneira possível, pelo homem que julguei amar, pela mãe dele, pelos irmãos dele, vivendo dores que não eram minhas.
Eu já não podia mais fazer isso. Agora era