- Não tenho colherinha... Mas tenho um carro, se serve. – Olhou para mim.
- Serve sim...
Ele pegou minha mão e fomos até o bar.
- Bebe comigo?
- Sim, claro.
- O que posso pedir para você?
- Pedir eu mesma peço. Mas pode pagar, se quiser.
- Com certeza.
Chamei o barman e pedi uma taça de vinho tinto. Eu e Ben nem chegamos a abrir o espumante. Mas se eu bem conhecia meu amigo, ele não iria embora dali se não fosse com Tony. E digo que era bem difícil resistir a Ben. Aposto que o amigo de Sebastia