BERNARDO:
Enquanto estávamos na sala, o pai de Ísis mexia distraidamente na xícara de chá, parecendo pensativo.
Depois de um momento de silêncio, ele olhou para mim e disse:
— O restaurante... Eu não vou conseguir abrir.. Não tenho ninguém pra cuidar do lugar enquanto estou assim.
Ele suspirou, claramente preocupado com o que isso significaria para o negócio.
Eu me inclinei um pouco na cadeira, interessado.
— O senhor não tem ninguém pra olhar por ele?
perguntei, tentando ent