31. UMA DECISÃO DE VIDA OU MORTE
ISABELLA
Pensei que William fosse se negar, no fim das contas o professor não podia obrigar um nobre.
—Acho… que eu devia pensar melhor na minha opção…
—Já vou —William se levantou com um suspiro e ajeitou o cabelo loiro para trás.
Eu tinha que admitir que ele era lindo para um babaca.
Como certo princezinho do qual eu não deveria estar falando tanto.
Ele me deu um sorrisinho sacana quando parou ao meu lado.
—Querida, seja uma boa garota comigo, ok? —ele sussurrou, se inclinando até o meu ouvido.
—Vai doer menos que a traição de ontem à noite —respondi seca, olhando de soslaio para ele e dando um passo para longe.
Todo mundo já nos olhava, fazendo especulações, mas eu precisava me vingar de alguma maneira.
—Os sujeitos de prova vão tomar esta poção, que vai começar a agir lentamente no sistema deles; é um veneno, mas para isso eles têm a salvação das candidatas.
O professor acrescentou com um sorriso suave.
—Tô ferrado —ouvi as palavras derrotadas de William.
—Obrigada pela confiança