Dalila inclinou a cabeça, pensativa, e a apoiou no ombro dele, ostentando um sorriso radiante nos lábios:
— Claro, mas eu não costumo comer muitos lanches. Você quer algo?
A mão de Álvaro, repousando em sua cintura, apertou ela suavemente enquanto ele a observava com adoração:
— Eu não vou comer. Se você quiser, eu posso comprar para você. Dalila, na minha frente, você pode ser totalmente você mesma, pode fazer manha, pode brincar, não precisa viver tão cansada todos os dias, você até pode se de