Acordei na penumbra. Havia uma fraca luz que emanava de um abajur do outro lado da sala. Olhei em volta e reconheci a sala do Patrício. Pela janela percebi que já havia anoitecido, mas não entendia o que havia acontecido. A última coisa que me lembro é que eu estava sentada em meu computador de trabalho e havia sentido um sono quase incontrolável, mas isso ainda era de manhã.
Me mexi e senti uma mão quente sobre o meu tornozelo que formigou. Reconheci aquele toque antes de vê-lo. Me dei conta d