Capítulo 12. Nada como uma taça de Champanhe
Quando entrei naquela casa, minhas pernas tremiam. O clã Salvatore estava reunido na sala, pareciam uma pintura renascentista, todos eram lindos, exalavam poder e dinheiro. O que eu estava fazendo ali?
Sentia a mão de Augusto nas minhas costas, o corpo dele próximo ao meu. Não sei como, mas sabia que, se saísse correndo, ele me apoiaria. Era estranho, não nos conhecíamos direito, mas eu confiava nele, pelo menos nesse ponto.
Ele tinha razão quando disse que uma taça de champanhe ajudaria. Eu já