Helena ajudou Júlio a subir no carro e, quando estava prestes a se afastar, teve o pulso agarrado.
Sem outra escolha, ela abaixou o corpo suavemente e disse:
— Calma, solta a minha mão. Eu vou te levar de volta.
— Não. — Júlio, com os olhos fechados, não sabia se estava apenas descansando ou já adormecido, murmurou como em um sonho. — Você é uma grande mentirosa. Não posso te soltar!
O coração de Helena nunca havia se sentido tão suave como naquele momento.
Ela sempre achou que para um