A mansão parecia vazia, mas Alina sentia olhos nas paredes. Damon caminhava ao lado dela, não à frente. Ela notou. Também odiou notar.
No escritório, ele fechou a porta e foi até um quadro grande atrás da mesa. Moveu a moldura. Um cofre digital apareceu.
Digitou uma senha.
Depois se afastou.
— Agora você.
Alina olhou para o teclado.
Pensou por um segundo.
Digitou: 1907.
Damon não comentou.
— Data?
— Não é da sua conta.
Era o dia do aniversário de Helena.
A porta do cofre abriu.
Alina colocou a