Alina viu.
Celeste também.
E, no corredor da ala oeste, cercados por retratos, portas fechadas e uma morta que finalmente começava a falar, alguma coisa antiga rachou dentro da mansão Blackthorne.
Celeste estendeu a mão.
Não pediu.
Mandou.
— A carta, Damon.
O corredor inteiro pareceu prender a respiração.
Alina segurava a caixa de madeira contra o peito. Dentro dela, as fitas antigas batiam umas nas outras em pequenos ruídos secos. A carta de Amara estava escondida sob sua blusa, colada à pele,