A porta se fechou atrás deles com um som seco.
Simples.
Mas, para Verônica, aquilo soou como um ponto sem retorno.
O tipo de som que não deixa espaço para arrependimento.
Ela olhou ao redor.
O interior do prédio era… comum demais.
Recepção limpa. Pessoas andando. Telefones tocando. Conversas baixas.
Nada que denunciasse o que realmente acontecia ali.
E, ainda assim…
Tudo parecia errado.
— Isso não faz sentido… — murmurou ela.
Leon respondeu baixo:
— Faz exatamente por isso.
Daniel