A luz da manhã começou a invadir o quarto de hospital de forma mais intensa quando a enfermeira entrou, silenciosa, para ajustar o soro e a medicação do pequeno Gael. Rael continuava na mesma posição: sentado, com os braços cruzados sobre o peito, vencido pelo cansaço, dormindo de um jeito nitidamente desconfortável.
Lana, já acordada, ficou observando aquela cena por um longo tempo. Ela via os nós dos dedos dele meio marcados, a coluna torta na poltrona estreita e a expressão cansada, mesmo no