Depois de se entregarem àquela paixão urgente e terna, o quarto foi tomado por um silêncio confortável. Rael estava deitado de costas, com um dos braços servindo de travesseiro para Lana, que desenhava círculos invisíveis no peito dele com a ponta dos dedos. A tensão que antes ameaçava sufocá-los havia dado trégua, substituída pelo calor da reconciliação.
— Agora, senhor Mérida… — Lana quebrou o silêncio com a voz mansa, erguendo o queixo para encará-lo com um sorriso divertido. — Você me deve