26.
—Mamãe —franzo a testa, incomodada com o chamado, mais pela luz que ilumina meu rosto do que por qualquer outra coisa—, quando você vai acordar?
Uma pequena mão fria segura a minha, acariciando-a e brincando com meus dedos. Abro lentamente as pálpebras, sentindo como se fossem feitas de cimento, enquanto meus olhos tentam se adaptar à iluminação do quarto.
—O quê…? —gesticulo ao sentir uma pontada de dor na cabeça, que ameaça explodir.
—Mamãe! —a voz de Joel grita ao meu lado, agarrando-se a mi