O estômago de Charlotte despencou. O sangue pareceu congelar em suas veias antes de subir direto para a cabeça em uma onda de pura indignação.
— Que azar! — ela sibilou, o tom mudando da água para o vinho.
— O que você quer, George?
— Vamos, Charlotte, você ainda está brava? — ele soltou uma risada condescendente, aquela mesma risada que passou anos usando para fazê-la se sentir tola.
— Quando você volta?
Charlotte soltou uma lufada de ar, genuinamente chocada com a audácia.
— Você