O relógio marcava exatamente quatorze horas quando o silêncio pesado do Cemitério da Consolação foi cortado pelo som suave dos passos sobre os caminhos de pedra. Era uma despedida triste, mas revestida de uma beleza solene, quase poética.
Charlotte segurava uma única rosa branca entre os dedos trêmulos. Ela olhava ao redor, surpresa com a quantidade de pessoas que haviam comparecido. Havia dezenas de rostos desconhecidos para ela, entre comerciantes locais, jovens, donas de casa e idosos de o