(POV: Sophie)
O silêncio que Alexandre deixou para trás era quase tão pesado quanto sua presença. Fiquei sentada, enquanto o mundo real começava a se infiltrar na névoa de confusão da minha mente. A porta se abriu novamente, e eu me encolhi por puro instinto, o coração disparando antes que eu pudesse registrar quem era.
Era ele.
Alexandre parou no batente, como se sentisse o meu medo. Ele não se aproximou. Sua voz, quando falou, era baixa e controlada, desprovida da arrogância habitual.
— Maria