(POV: Alexandre)
As portas da sala de reuniões se fecharam, deixando para trás um conselho atordoado. A minha máscara de controle, no entanto, não podia vacilar. Não ainda.
— Alexandre.
A voz do meu pai, fria e imperativa, cortou o ar. Ele não havia saído com os outros. Estava parado perto da porta, em sua cadeira de rodas, o rosto uma máscara de desprezo.
— Quero falar com você, em meu escritório. Agora.
Rir sem humor, que ridículo. Ele nem tinha mais escritório ali, mesmo assim o segui.