Capítulo 261 — O reflexo que nasceu do medo
O mundo ainda tentava respirar.
Depois do minuto.
Depois da fissura.
Depois da prova silenciosa de que a realidade podia ser dobrada… e devolvida intacta apenas por escolha.
Mas algo tinha ficado.
Não visível.
Não mensurável.
Ainda.
Uma espécie de eco.
Como quando um som muito forte continua vibrando dentro dos ouvidos mesmo após o silêncio voltar.
Muito acima…
A entidade sentiu primeiro.
Um ponto frio.
Uma ausência dentro do próprio campo de percepçã