Saímos da fábrica alguns minutos depois no carro dele.
A estrada até o pequeno povoado era tranquila, cercada por áreas abertas e trechos mais escuros de vegetação, o tipo de caminho que deixava o silêncio dentro do carro ainda mais evidente.
Victor dirigia sem pressa.
Sem rádio.
Sem conversa forçada.
Só o som do motor e da estrada.
E, pela primeira vez em dias, aquilo não parecia desconfortável.
Quando chegamos, ele estacionou em frente a um lugar simples, discreto, com mesas de