— Eu devia sair daqui — murmurei, mais pra mim mesma do que pra ele.
Apoiei levemente a mão no braço da poltrona, começando a me levantar, tentando recuperar algum tipo de distância que fizesse sentido com tudo que eu tinha acabado de dizer.
Mas eu não cheguei a sair.
A mão dele apertou minha cintura com mais firmeza e, num movimento rápido, me puxou de volta — não só de volta, mas mais perto. Meu corpo virou sobre o dele, e quando percebi já estava montada no colo dele, as pernas de cada