Victor ainda estava rindo quando se aproximou da cama de novo, mais devagar agora, como se estivesse aproveitando cada segundo da minha reação.
Eu continuei deitada, o rosto meio escondido no travesseiro, completamente consciente demais de tudo que tinha acontecido na noite anterior.
— Você tá fugindo de mim agora? — ele perguntou, num tom leve.
— Eu não tô fugindo — murmurei. — Eu tô tentando esquecer que eu existo.
Ele soltou um riso baixo.
— Não tá funcionando.
Eu virei um pouco