Sean Black
Maldita ruiva.
Ela não se cansa de me provocar?
Passo a mão pelos cabelos, tentando controlar a raiva que insiste em ferver sob a pele, enquanto caminho logo atrás dela. São quase sete da noite. A empresa está quase deserta, restando apenas alguns rostos pálidos da controladoria e da contabilidade, enterrados no fechamento mensal. Mas nenhum deles ousa levantar os olhos — todos sabem que aquele corredor está carregado de dinamite.
Abro a porta da minha sala e faço um gesto para que e