Allah! Eu odeio vê-lo!
Com todas as fibras do meu ser odeio me deparar com o homem que ele se tornou.
Toco meus lábios e fecho meus olhos com força com todas as memórias se derramando sobre mim.
Aqueles olhos me perseguem dia e noite.
Tento afastar sua imagem máscula da minha cabeça, mas o beijo roubado, suas mãos no meu corpo é uma sensação persistente.
Allah! Não quero me lembrar da corrente de calor que seu beijo me causou, do prazer que foi ter sua boca colada a minha.
Nosso beijo não duro