Mundo de ficçãoIniciar sessãoCom um silêncio sereno envolvendo a cena, a noite começava sua despedida, como se o mundo inteiro soltasse um suspiro de alívio, ao parar o carro diante do portão, Jano desligou o motor e dedicou alguns momentos para contemplar a fachada da casa.
As luzes da varanda brilhavam suavemente, enquanto o som distante dos grilos ecoava e uma brisa leve percorria o ambiente, criando uma cena simples — mas, precisamente por isso, extraordinariamente bonita. — Amanhã — ele começou, quebrando o silêncio, sua voz suave como um sussurro. — O que vamos planejar? — Você quer fazer algum plano? — perguntei, surpresa, sentindo uma onda de animação ao imaginar um domingo estruturado, algo que não esperava. — Quero sim — respondeu ele, com um sorriso tímido que revelava um lado dele que eu começava a conhecer aos poucos, um lado que ansiava por novas experiências e conexões. — O que você costuma fazer nos domingos?— Não muita coisa — respondi, refletindo sobre






