Saímos de mãos dadas como se o gesto fosse a prova mais simples e despretensiosa de que, apesar de tudo, havia entre nós um acordo que poderia — com paciência — transformar-se em algo mais. O sábado amanheceu claro e calmo; o jardim da mansão parecia respirar alívio. Jano guiou-me com a mesma delicadeza com que me havia protegido nos dias anteriores, e eu senti, por instantes, que a dor do casamento forjado poderia ceder lugar a uma convivência possível.
Entramos na sala de