POV: AVRIL
Com um renovado senso de esperança, corri para o andar de cima e peguei o violão, junto com algumas das músicas que eu havia composto. O simples ato de segurá-las nas mãos me trouxe um conforto inesperado.
Ao descer as escadas, o que vi me deixou sem fôlego. Meu pai estava parado, os braços cruzados, observando enquanto homens uniformizados carregavam grandes caixas para dentro do café. Dois deles estavam rasgando a lona da janela, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.